Cart@o d@ Cidad@ao

Cartão de cidadão


Cartão de cidadão é como se chama agora, mas o Bloc@ d@ Esquerd@ quer que se chame diferente.

Porquê?

Porque o govern@ não utiliza uma linguagem inclusiva em que amb@s @s sex@s  sejam mencionados de forma igual e paralela. Para o BE @ cart@o de cidad@o é o expoente máxim@ desta desigualdade. Acrescentam ainda que o cart@o de cidad@o (…) na verdade não respeita a identidade de 5.515.578 cidadãs – mais de metade da população.

A argumentação parece simples, mas demora. Defende o BE que, quando ao valor do género gramatical masculino se junta o outro valor, dito genérico — que permite, por extensão, que o género gramatical masculino se possa aplicar também aos seres humanos do sexo feminino, e por isso possa designar também as mulheres — se está a perverter a  concordância de género simétrica que prescreve o uso do género gramatical masculino para designar o sexo masculino e do género gramatical feminino para designar o sexo feminino. Percebeu?

Que estratégia?

Mas qual será a verdadeira estratégia por trás de uma ideia que parece pouco importante e até um pouco ridícula? Devíamos passar a falar em inglês onde o problema do masculino não se coloca? ou a por “@” em todos os masculinos – e já agora femininos – genéricos.

Para ler aqui no Jornal de Notícias.

Cartão de cidadão
Usar o @ para acabar com o Género.