Categoria: Crónicas

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Pedro Proença abstenção

Vai apitar, tu apitas bem.

Em Portugal nunca são o PS ou PSD a ganhar as eleições: é sempre a abstenção. Esse é o maior flagelo da nossa democracia. Mas este ano, a Comissão Nacional de Eleições que gasta muito […]

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A força da língua

Foi primeiro Camões e depois Pessoa. “A minha pátria é a língua portuguesa”. Depois Vinicius e Caetano. “Gosto do Pessoa na pessoa, da rosa no Rosa”. E o Mia e o Agualusa. Como eles, (eu) sei que […]

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POR UM BILHETE DE AVIÃO

Uns bilhetes de avião, imagino que em económica, uns hotéis de 4 estrelas, que nem deviam ter SPA e bons restaurantes, mas sem estrelas Michelin foram fatais: o prato de lentilhas indigesto que atirou borda […]

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O fim do Estado de Graça

Até agora o sucesso deste governo assentou em três pilares fundamentais. A habilidade política do primeiro ministro, uma boa estratégia de comunicação e sorte. A economia portuguesa mostra indicadores favoráveis, a “Geringonça” garante paz social, […]

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A torreira do sol

Vou atirar-me à torreira do sol a pensar que não há aquecimento global. Assim sabem melhor os 40 graus que estão hoje. Podia até pensar que a caloraça é só do verão que se anuncia, […]

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Ronaldo foge ao Fisco?

Sei que o Ronaldo não sabe como são geridos os seus milhões, mas também sei também que tem um ego gigante, daqueles apenas equiparados aos dos semi-deuses antes da fúria do Olimpo. Sei que é […]

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Obrigado pelo lume

O Livro de Areia  disputa com a Biblioteca de Babel e os fragmentos narrativos  de Valery a impaciência matemática deste texto. Foi numa esplanada de junho, num sol desmaiado perto do solstício que te encontrei. Afinal a Vénus […]

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A nova era do Terror

Digo muitas vezes que é a internet que nos vai proteger da guerra com os nossos vizinhos. Simplificando uma argumentação mais complexa, a minha tese consiste numa crença simples: aos humanos é-lhes tão fácil odiar […]

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O lugar da Paz

De nada serve a Portugal ser o terceiro país mais seguro do mundo, se vivemos no planeta mais inseguro do Universo. Não é vitória que se cante.

Eu até já tinha alinhavadas umas quadras ao gosto dos santos populares e ia para a rua marchá-las de manjerico na mão.

“Lá vais Portugal/
és quase o primeiro/
país mais seguro/
do mundo inteiro//

Tirando vulcões/
esquecendo carneiros/
nas Informações/
somos os primeiros”.

Mas não. A minha alegria ficou contaminada pelo clima. O Trump pirava-se em Paris. O mundo ia enegrecer.

Achava mesmo que não ia voltar a falar de Trump, sobretudo depois de o ter comparado ao Bruno de Carvalho, mas o homem consegue-me fazer descer sempre mais baixo.

Foi assim que, na mesma semana em que Portugal subiu ao terceiro lugar do Índice Global da Paz, ficámos igualmente a saber que o nosso planeta Terra vai descer para último no Índice de Viabilidade dos Planetas. Ordens da América.

O Índice Global da Paz é um projeto do Instituto da Economia e Paz, sedeado em Sydney na Austrália e que, desde 2007, classifica os países independentes pela sua “ausência de violência”. É um índice composto por 22 indicadores que vão desde o nível de gastos militares de uma nação até às suas relações com países vizinhos e ao nível de respeito pelos direitos humanos. Assenta numa série de fatores que são determinantes para a paz, como os níveis de democracia e transparência, de educação e de bem-estar. A equipa que colocou Portugal no pódio dos mais pacíficos usou como dados os últimos números disponíveis das mais respeitadas fontes de informação mundiais como são o Instituto Internacional de Estudos Estratégicos, o Banco Mundial, muitos departamentos da ONU e Institutos de Paz e a unidade de Inteligência da revista The Economist.

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O Pesadelo de Bolívar

A Venezuela é um destino de emigração tradicional para os portugueses. Tudo o que de mau lá acontecer impactará de forma violenta a nossa comunidade naquele país sul americano. Há uma década, o secretário de […]

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O Bruno de Carvalho da América

Hoje, o título era para ser “Trump, o Louco”, mas ontem, no Expresso, o Miguel Sousa Tavares “roubou-mo”. Assim sendo, socorro-me de uma comparação que, se virmos bem, não é assim tão disparatada. Os dois […]