Como será o Futuro

[dropcap] O [/dropcap] dramaturgo francês Vítor Hugo escrevia, falando do seu tempo, “O século XIX é grande, mas o século XX será feliz”. Hoje, olhando para a história podemos dizer que se enganou. Mas será que ele teria escrito isso, na altura, se pudesse ter acesso à internet, ao facebook, ou a bases de dados?

Quando à Globalização, fenómeno curiosamente iniciado por portugueses em caravelas no longínquo séc. XV, se juntaram as tecnologias de informação do séc. XXI a vida na terra mudou para sempre.

Mudou tanto que, quando daqui uns séculos se contar a história da humanidade haverá muito mais páginas para contar a aventura da globalização digital do que para descrever a segunda guerra mundial e só não damos conta disso porque a transformação acontece no “nosso tempo”.

Nos últimos 30 anos com a disseminação da internet e a modernização das redes de comunicações, a informação passou a estar ao alcance de todos. Acessível a todos e produzida por todos. Uma “inteligência” que podemos aplicar à atividade das pessoas, das empresas, dos países.

Agora, usando os méritos da ciência, sobretudo os da estatística, temos a capacidade de analisar (em tempo real) todos os dados disponíveis – os do passado que estão armazenados e os que produzem no presente (como este texto) – para poder “saber” como vai ser o futuro.

Foster de Future – Descobrir o Futuro, em inglês – foi o o mote da “NOVA IMSHARE”, a primeira conferência em Portugal dedicada à gestão da informação que juntou em Lisboa na Universidade Nova IMS, especialistas internacionais em matérias como: Data Scientist, Inteligência Competitiva, Smart Cities, Gestão de Redes Sociais e Marketing Digital, Competitive Intelligence, Data Science, Big Data.
Esta conferência foi tra em todo o mundo através da rede mundial SCIP – Strategic and Competitive Intelligence Porfessionals – com membros em mais 60 países e que desde dezembro de 2014 conta com um escritório em Portugal.