Entre mortos e feridos, salvam-se os livros

Em política não há mortos. Quem o prova é Miguel Relvas que oferece a Passos Coelho  4000 novos militantes para apresentar no XXXVI Congresso do PSD este fim-de-semana em Espinho. Desde as legislativas, o partido renovou a sua equipa dirigente com muitos novos  membros. Quem achou que a era “passista” tinha acabado pode suster a respiração. O líder do PSD está a arrumar a casa. Mas será que é le quem se pode sentar à mesa.

No segundo dia do Encontro de Estudantes de Ciência Política, António José Seguro disse que os partidos “já não são os espaços privilegiados da promoção de candidaturas eleitorais”. Seguro falava de António Costa. Vale a pena ouvir mais o que Seguro disse:  “Nos 3 anos em que liderei o PS o atual primeiro-ministro estava no programa Quadratura do Círculo, na SIC, onde foi projetando e formando a sua imagem”. Se havia dúvidas elas estão desfeitas. Seguro confirma que não soube gerir o poder no PS.

Boas notícias para terminar. Uma para os  dadores de sangue que deixam de ter de pagar qualquer taxa na realização de exames nos serviços de saúde públicos ou privados que tenham acordo com o Serviço Nacional de Saúde, estatuto que se estende também aos  bombeiros. A outra, com grande impacto social, é o congelamento do preço dos manuais escolares no próximo ano.

Nem tudo está perdido na Espuma dos Dias