Era só o que faltava!

Em plena Segunda Guerra Mundial, num bunker em Londres, onde reunia o conselho de ministros do governo de sua majestade, estando a capital inglesa sob intensos bombardeamentos da Força Aérea alemã, um ministro propõe que, para ajudar ao esforço de guerra, o orçamento de estado devia comtemplar cortes severos na cultura. O Teatro, a literatura, a dança, as artes plásticas e o cinema não seriam mais apoiados pela Coroa. Afinal o mundo estava em perigo e era preciso juntar todos os recursos para combater a tirania de Berlim. Fazia sentido…

Tomando a palavra, o truculento primeiro ministro inglês Winston Churchill, entre baforadas num dos seus incontornáveis charutos replicou que tal medida era inadmissível. “Nem pense nisso homem! Se é para isso, então esta guerra serve para quê”?