Filhos de boa gente

As redes sociais são filhas de boa gente?

Desenganem-se os que pensam que a nossa presença online é uma parte da vida menos importante, elas são tão importantes como qualquer conversa. Que o diga hoje o ministro da cultura João Soares. Apesar da razão que lhe assiste, e muita assiste – só que não lê as personagens em causa é que não percebe – as redes sociais  servem de fonte à comunicação social de uma forma constante.  Até porque a fraqueza (económica) dos jornais e do  jornalismo, transforma cada vez mais o facebook (e o twitter, e outras), em fontes privilegiadas que alimentam depois os notícias dos jornais.

Os duelos Queirosianos são difíceis de compreender nos dias de hoje e as redes sociais são também palco para a mulher de césar.

Mas fica a pergunta: Quem não se sente já não é filho de boa gente?

Também hoje Draghi disse a Costa o que Marcelo não lhe queria dizer. Diplomacia pura. As reformas são para manter. As da economia bem entendido. Pela primeira vez em muito tempo Passos Coelho teve razões para sorrir. E a Europa veio dizer a Portugal que tem de continuar a ser bom aluno, mesmo que mais rabugento. O estado de graça tem destas coisas. Todos pensámos em Marcelo e poucos no que Draghi vinha dizer. A começar por mim.

Marcelo é habilíssimo. Se isto não é o regresso do presidencialismo

No brasil, Dilma Rousseff está a tentar tudo para se manter à tona mas a cada passo dado, mais se encontra. Executivos da construtora brasileira Andrade Gutierrez revelaram que a empresa fez algumas doações legais para campanhas eleitorais da Presidente Dilma. Algumas das obras que esta empresa “superfacturou” para justificar o pagamento dos donativos são inclusive, diz a folha de São Paulo, estádios construídos para o campeonato do mundo.