Etiqueta: Política

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Media intelligence especialist

Não deu

Não deu! Cavaco falou mal de Marcelo E não foi bonito de se ver Dançou Todo o mundo ouviu ele falar E todo mundo disse que não ia dar Não deu!

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O fim do Estado de Graça

Até agora o sucesso deste governo assentou em três pilares fundamentais. A habilidade política do primeiro ministro, uma boa estratégia de comunicação e sorte. A economia portuguesa mostra indicadores favoráveis, a “Geringonça” garante paz social, […]

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Podre poder

A premiada jornalista brasileira, Eliane Trindade, escreveu na Folha de São Paulo uma reportagem extraordinária. Eliane entrevistou, sob anonimato, uma acompanhante brasiliense – moça de programa, como se diz lá, prostituta de luxo, como se […]

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santana a voltar numa noite de nevoeiro

Volta Santana Lopes, estás perdoado!

Desengane-se o leitor: um político é sempre um político. Por mais que ele seja outras coisas – gestor de Misericórdias, comentador de televisão ou presidente do Sporting – um político nunca deixa de o ser. […]

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Quadras autárquicas ao gosto popular

Saiu a procissão do adro e ainda não tens sacristão Nem andor nem candidato Como aguentas coração? Os outros partidos escolheram homens bons, mulheres bonitas Mas tu ainda não achaste Um que te encha as medidas […]

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Caricatura Merckl, Trump, Putin

O declínio da Europa

Pensem bem. De que nos adianta saber que este ano, no país da liberdade, os franceses podem eleger uma fascista, ou que a Alemanha vai voltar a ter um exército, ou que os italianos se […]

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Marcelo_Rebelo_de_Sousa_-_Foto_Oficial

Viva Marcelo

  Marcelo é professor. E presidente. E pai. E amigo. E companheiro. E é amado. As pessoas irrompem em alegrias quando ele passa. O povo tira “selfies” com ele. E exulta. E visita-o em casa. […]

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Cartão de cidadão

Cart@o d@ Cidad@ao

Cartão de cidadão é como se chama agora, mas o Bloc@ d@ Esquerd@ quer que se chame diferente. Porquê? Porque o govern@ não utiliza uma linguagem inclusiva em que amb@s @s sex@s  sejam mencionados de forma igual e paralela. Para o BE […]

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O SUPER MARIO

A alcunha de Mario Draghi ajudou-o a ser o preferido: no tempo em que trabalhou no banco de investimento Goldman Sachs, em 2002, Draghi ficou conhecido como o “Super Mario”. Responsável pelos departamentos da Europa […]

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Entre mortos e feridos, salvam-se os livros

Em política não há mortos. Quem o prova é Miguel Relvas que oferece a Passos Coelho  4000 novos militantes para apresentar no XXXVI Congresso do PSD este fim-de-semana em Espinho. Desde as legislativas, o partido renovou a sua […]

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Sinal dos tempos

Em 1988 Lula da Silva  disse: “No Brasil é assim: quando um pobre rouba, vai para a cadeira; quando um rico rouba, vira ministro”.  Além de político Lula parece ser vidente. A pior decisão de […]

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A estratégia de Viriato

Para quem não sabe onde quer chegar, todos os caminhos estão errados. Quer isto dizer: quem não tem uma estratégia, por melhor que sejam as suas táticas, dificilmente ganha a guerra. Reza a lenda, ou […]

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A estratégia de Viriato

Neste momento a estratégia de António Costa é apenas sobreviver. Se continuar assim por muito tempo o mais certo é acabar traído por quem o apoia. Lembra-me o protagonista desta foto. Para ler amanhã na […]

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A bem da Nação

Quem estranha as medidas do governo na Educação nos Transportes só pode estar distraído com propaganda. A atitude do governo não só é expectável, como óbvia e, bem vistas as coisas, até desejável.

Neste momento só duas coisas preocupam António Costa. Aumentar a sua popularidade e apear Pedro Passos Coelho de líder PSD. Para que isso aconteça são precisas de duas coisas: manter-se no poder e minar a liderança partidária do antigo primeiro ministro.
Para se manter no poder, tem de cumprir as promessas que fez aos partidos que agora lhe deram a cadeira de São Bento. Para enfraquecer Passos Coelho precisa de dar sinais aos adversários internos do ex-PM que o PSD ainda pode voltar ao poder durante esta legislatura. Desde que alije o antigo líder.
É por isto que não se compreende tanto correr de tinta e até indignação, entre jornalistas  e comentadores . As alterações na Educação (fim de uns exames e aparecimento de outros) e nos Transportes (reversões e “desprivatizações”) são apenas a parte do acordo que Costa fez com os partidos que o apoiam na Assembleia da República. Estranho era se fosse ao contrário.
Estamos na “Fase 1” da governação onde Costa precisa do apoio da esquerda. Neste quadro é obrigatório fazer a vontade à maior corporação do país: os professores; e garantir ao PCP o poder “mítico” de paralisar o país via sector público dos transportes. Só assim haverá orçamento e a possibilidade de Costa governar com popularidade. O que não é difícil de prever, tendo em conta as medidas muito populares que estão anunciadas.
Por outro lado, (…)

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O preço do poder

Que súbito frenesí que acometeu os novos governantes pode deitar tudo a perder? Será que António Costa perdeu o juízo e vai arrastar o país de novo para o abismo como muitos já dizem?

Há grande preocupação pelas alterações que o Governo está a introduzir no país. Parece consensual que não faz sentido nenhum mudar as regras dos professores a meio do ano letivo. E sou um exemplo: como pai ter que me adaptar a um novo calendário. A minha filha vai ter de fazer exame todos os anos. Fez os que acabam e vai fazer os que agora são introduzidos. Não é pelo facto de fazer mais exames – isso nunca prejudicou ninguém – mas sim pelas alterações ao sistema de ensino e manuais escolares. Há mais despesas a fazer, horários a conjugar e livros para vender. A reversão das privatizações nas empresas de transportes também não se entende. Se eram empresas deficitárias e o problema estava resolvido, porquê ficar com o problema de novo? Desconcerto.

É desgoverno? Burrice? Vai voltar tudo a ser como dantes? A troika está de novo à porta?

[bctt tweet=”Será que António Costa não quer, afinal, a bem da nação?”]

É preciso estar atento. António Costa é um aristocrata tão habituado à gestão do poder como pouco à vontade nos processos para a sua conquista. É descendente de uma das mais antigas famílias Brâmanes, filho de um destacado (e ativo) militante do Partido Comunista, foi dirigente associativo e membro de sucessivos governos. A política corre-lhe nas veias.

O que ao primeiro ministro falta em estratégia eleitoral – quem não se lembra das eleições autárquicas intercalares de 2007 e da sua magra vitória contra um PSD partido aos bocados; já para não falar das últimas legislativas onde conseguiu perder as eleições “que até o Rato Mickey ganhava” contra o governo que mais penalizou os portugueses desde o 25 de abril – sobra em astúcia palaciana.

Este é o objeto de reflexão da minha crónica de amanhã no  Jornal de Notícias

“M” de Mulher (ou de Marketing?)

São três apelidos e começam todos pela mesma letra: “M”. Matias, Mortágua e Martins. “M” é também a inicial de Mulher e de Marketing. É um acaso que resulta numa estratégia? Ou apenas fruto da […]