O homem que precisamos de amar

Todos temos um fraquinho por Rock Stars políticas e hoje, a maior de todas tomou posse como Presidente da República.

Marcelo sempre foi a bala perdida da política mas desde cedo que “Celinho” sabia que este dia ia chegar, foi criado e educado para atingir o mais alto patamar do poder e hoje consagrou o seu percurso.
Ninguém o entendeu, a certa altura pensámos que Marcelo era “lélé da cuca”, mas o caminho do sucesso faz-se assim mesmo.
Carros oficiais? Primeira dama? Não, o Presidente da República foi a pé para a Assembleia da República, dormiu na casa dos pais e chegou em contramão. Marcelo desprendeu-se das amarras do protocolo, aliou-se ao patriotismo e á simplicidade

Primeira dama
E a primeira dama? Podem esquecer esse papel fantasma da política portuguesa, primeira-dama só mesmo a da música do David Carreira. 

Rita Amaral Cabral é a namorada há 35 anos, não podem casar pelas convicções religiosas do Presidente da República. Rita entendeu e construiu uma vida ao lado de Marcelo mas sempre com a sua independência em primeiro lugar, longe dos holofotes, longe da política. 

Hoje esperávamos uma troca de cadeiras entre Rita e Maria Cavaco Silva mas mais uma vez, a namorada do Presidente deixou as politiqueses para quem as queira. A pessoa que mais influencia Marcelo Rebelo de Sousa vive nas sombras. Mas tenham calma, todos nós sabemos que a política não passa disso mesmo…um jogo de sombras

 Feridas de alma

Tentar adivinhar o futuro em política é impossível mas o discurso do novo Presidente da República faz pensar que durante 5 anos iremos estar em processo de cura de feridas da alma. 

Marcelo chamou à inquietação a grandeza dos portugueses, destacou a importância do mar e dos afetos. Citou três dos maiores representantes da alma lusa, Mouzinho de Albuquerque, António Lobo Antunes e Miguel Torga. 

Marcelo sabe que um povo motivado faz história e assumiu hoje o compromisso de nos liderar nesta nova batalha, a batalha da restauração.

Citações  
“Nós, portugueses, continuamos a minimizar o que valemos. E, no entanto, valemos muito mais do que pensamos ou dizemos.”

“O essencial, é que o nosso génio – o que nos distingue dos demais – é a indomável inquietação criadora que preside à nossa vocação ecuménica. Abraçando o mundo todo. Ela nos fez como somos. Grandes no passado. Grandes no futuro. Por isso, aqui estamos. Por isso, aqui estou. Pelo Portugal de sempre!”