“200 anos, 200 livros”, a história de uma curadoria singular

Mesa convidada da Bienal do Livro de São Paulo 2022, o projeto “200 anos, 200 livros” é uma fotografia exata, um daguerreótipo em páginas, um retrato em lombadas, de um Brasil diverso, moderno e global, com uma consciência cada vez mais exata do seu passado e dos desafios que enfrenta no futuro.

Mas hoje o “200 anos, 200 livros” é muito mais que uma lista de livros. Com o apoio dos 169 curadores e dos parceiros institucionais, o projeto tem vários desdobramentos — um espetáculo musical que é também um podcast com música original do compositor Pedro Teixeira da Silva, “200 livros, 200 histórias”.

Uma exposição fotográfica com a curadoria de Diógenes Moura, “200 livros, 200 fotos” onde o escritor brasileiro escolhe a imagem que define cada livro e que será transformada num NFT. Uma Biblioteca Virtual que pode ser enviada por correio para qualquer lugar do mundo. Documentários na TV. Ciclos de conferências.

E, mais que tudo, um lugar de reflexão sobre a língua portuguesa em vários locais espalhados pelo mundo.

O projeto “200 anos, 200 livros” é uma celebração do Bicentenário da Independência construída através da arte e da cultura, com expressão física e virtual, disponível em todos os territórios, no Brasil e no exterior, para as instituições que queiram comemorar o Bicentenário da Independência do Brasil através da cultura.

A mesa teve a minha participação, representando a APBRA200, do Naeif Haddad da Folha de São Paulo, o escritor e colunista Tom Farias e a moderação de Afonso Borges.